Rede Record O novo ano deve servir para a direção da Record, antes de qualquer coisa, refletir sobre os erros cometidos nesses últimos tempos e utilizar as forças e conhecimentos que dispõe para, se possível, agir no sentido inverso de tudo a partir de agora. A TV aberta tem sofrido, de fato, com a evasão de público para outros meios, mas nenhuma outra emissora errou tanto em tão pouco tempo como ela, em consequência dos equívocos praticados. Os números demonstram. A sua audiência média em 2008 era 6,6 nas 24 horas contra 4,9 em 2013. Uma queda brutal de 26,1%. Foi a que mais perdeu, seguida no mesmo período pela Globo, 18,2%, e SBT, 14,3, para ficar apenas nas três principais redes. Muito mais do que argumentos ou prova, este é um fato que esses seus novos diretores precisam levar em conta para bem organizar o futuro.
Mercadante troca Educação pela Casa Civil e Chioro assume o ministério da Saúde. Posse será na segunda-feira A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta quinta-feira (30) a troca de três ministros de sua equipe dando início à reforma ministerial: Casa Civil, Saúde e Educação. As informações são do blog do Planalto. Integração Nacional: Governo propõe ao PROS manter Francisco Teixeira Poder Online: PTB aguarda Dilma, mas sinaliza satisfação com Portos Indefinição sobre a reforma ministerial aumenta tensão entre aliados A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, deixarão seus cargos para concorrer nas eleições deste ano. A primeira ao governo do Paraná e o segundo, ao de São Paulo. Para a chefia da Casa Civil, a presidente indicou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. O novo ministro da Saúde será o médico Arthur Chioro. No lugar de Mercadante na Educação, Dilma escolheu José Henrique Paim Fernandes, at...
O presidente estadual do PSD, vice-governador Robinson Faria, está convicto de que chega a 2014 com um “capital eleitoral” que o credencia a buscar alianças para viabilizar a candidatura ao Governo do Estado. Definiu que se não conseguir assegurar uma coligação com os principais partidos da política estadual, fará uma aliança com as legendas menores. Robinson Faria afirma que só não será candidato se ficar isolado e não conseguir nenhum partido, além do próprio PSD, para formar um palanque nas eleições deste ano. A outra hipótese, a ausência de respaldo dos eleitores, ele considera descartada, uma vez que nas caminhadas pelo Rio Grande do Norte tem encontrado incentivo popular. Nesta entrevista, Robinson Faria responde sobre as estratégias para viabilizar a candidatura, os momentos que antecederam a possibilidade de assumir o Governo quando o TRE decidiu punir a governadora Rosalba Ciarlini e as implicações da aproximação do PT com o PMDB no Estado. Magnus Nascimen...
Comentários
Postar um comentário